sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Intenções para o Ano Novo
sábado, 25 de dezembro de 2010
Família é prato difícil de preparar
domingo, 12 de dezembro de 2010
Oração pelas famílias
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Para quem ainda tem dúvidas se Jesus é mesmo o nosso Salvador
Quando João percebeu que Jesus não estava formando um exército para enfrentar Roma, mas que Ele estava pregando o amor e a paz, parece-nos que ele ficou confuso. E por isso, na prisão, ele enviou alguns discípulos para perguntar se Jesus era mesmo o Enviado de Deus, ou se ainda viria outro.
Jesus não afirma: "Sim, eu sou." Mas fala das suas obras, pois este foi o sinal anunciado pelos profetas do Antigo Testamento sobre o Messias. João sabia desse sinal, e pôde ficar tranqüilo, pois entendeu que já havia cumprido sua missão de anunciá-lo.
Para nós, que sabemos a história por completo, é fácil entender isso. Mas para os apóstolos de Jesus, era muito difícil.
E você, ainda tem dúvidas de que Jesus foi mesmo o enviado de Deus para nos salvar? Pois então saiba que ainda hoje, muitos milagres acontecem diariamente pela fé que as pessoas têm nEle. Não só os pequeninos, mas pessoas cultas já foram curadas física e espiritualmente. O sinal que valeu para aquela época é o mesmo sinal que vale ainda hoje: as obras. Não falo nem das obras da igreja, mas das obras da fé em Jesus.
Quem crê em Jesus e no seu poder de cura e libertação, pode testemunhar as infinitas graças e bênçãos que recebe diariamente em todas as áreas da vida.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
A responsabilidade dos usuários de drogas
Corajoso artigo de Carlos Chagas, publicado na TRIBUNA DA IMPRENSA, em 27 de novembro de 2010
Quando eclodem as guerras, os países envolvidos dedicam-se a analisar suas causas, justificando-se pelo envolvimento nos confrontos. Ainda em 1939 as democracias européias acusavam a Alemanha de invadir outras nações, ao tempo em que Adolf Hitler alegava o esbulho do Tratado de Versailles contra o povo germânico.
Sucedem-se as explicações sobre a conflagração no Rio, com a polícia e as autoridades denunciando a extensão do crime organizado no controle das favelas e os narcotraficantes sustentando que a miséria e o desemprego não lhes deixaram outra opção de sobrevivência.
Só que ambos os lados em choque, com raras exceções, omitem o fator principal de responsabilidade pela conflagração: os usuários de droga. Não tivessem os viciados se multiplicado em progressão geométrica e não estaríamos assistindo essa novela de horror.
Os números não deixam mentir: só da Vila Cruzeiro escaparam perto de 600 narcotraficantes, refugiando-se no Complexo do Alemão. Multiplique-se pelas outras mil favelas fluminenses o número de bandidos empenhados em adquirir, vender e distribuir cocaína, maconha e outras drogas, e se terá o número aproximado de dezenas de milhares de criminosos assolando a antiga capital e adjacências.
Isso significa número muito maior de viciados, daqueles que recebem a droga a domicílio ou freqüentam as bocas de fumo. Duzentos mil, quinhentos mil, no Rio? São eles os responsáveis pela guerra. Carregam a culpa pela intranqüilidade da população inteira, mais os assassinatos, os roubos e as depredações. No entanto, são tratados como vítimas, coitadinhos, pobres doentes contaminados pela angústia…
Aqui para nós, é preciso criminalizá-los. Identificá-los. Expô-los à sociedade. Torná-los responsáveis perante a Justiça, aplicando-lhes penas que, mesmo não sendo de prisão, precisam ser conhecidas dos vizinhos, parentes, patrões e empregados. Em especial os melhor favorecidos, os ricos e os integrantes das elites. Vale repetir, são eles os culpados pelo que vai acontecendo, porque se não existissem, não existiria o narcotráfico. Nem a guerra.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Parabéns à Polícia Militar e à Polícia Civil do Rio de Janeiro
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Abstenção pela Pedra
Reportagem de FERNANDO DE BARROS E SILVA, na Folha de São Paulo, em 22 NOV 10 | | |
Argentina, Chile, Japão, EUA e a Europa, num total de 80 países, aprovaram resolução na ONU, encaminhada pelo Canadá, contra as "recorrentes violações dos direitos humanos" por parte do governo do Irã. O Brasil se absteve. Votou como Sudão, Síria, Líbia, Cuba e Venezuela, entre outros. Na resolução, está em jogo o repúdio às execuções por apedrejamento, às execuções de menores, à tortura, às mutilações, à perseguição a mulheres, minorias e presos políticos pelo Estado iraniano. Ao justificar a posição brasileira, a embaixadora Maria Luiza Viotti defendeu que os direitos humanos devem ser examinados "de uma maneira holística, multilateral, despolitizada e não seletiva". Maneira "holística"? Cabe um "voto de protesto" contra esse jargão eufemístico, a serviço da empulhação diplomática? Diante da iraniana que está prestes a morrer apedrejada, a fala brasileira soa simplesmente cínica. Mas a abstenção do Brasil também é política. Ela faz eco à posição do próprio Irã, que vê na defesa dos direitos humanos uma cortina de fumaça para os interesses da política externa norte-americana. O Brasil se nega a criticar o Irã publicamente. Insiste que a cooperação e o diálogo são preferíveis ao isolamento de Ahmadinejad. Na prática, transige com a barbárie, negociando vergonhosamente os direitos humanos, em nome, talvez, de um antiamericanismo fora de época e de lugar, como quem quisesse acertar contas do passado por razões equivocadas. Lula, ao oferecer asilo a Sakineh Ashtani, acredita ter feito a sua parte. Lavou as mãos. Mas o Brasil será cobrado, e com razão, se sua execução se consumar. Por que não tratar o caso Sakineh como um divisor de águas? Ou melhor: por que, sabendo que ele assumiu essa dimensão, emprestar solidariedade aos facínoras? Por que jogar o peso político do país na simpatia acovardada e covarde pelo obscurantismo? Pois é disso, afinal, que se trata. | ||
domingo, 21 de novembro de 2010
As 10 Instituições mais confiáveis do Brasil 2010
Nesse sentido o Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas em São Paulo divulgou os dados referentes ao 3º trimestre do ano (jul-set) do Índice de Confiança na Justiça (ICJ Brasil). Segue o Top 10:
1º. Forças Armadas: 66% dos entrevistados confiam
2º. Igreja Católica: 54%
3º. Emissoras de TV: 44%
4º. Grandes Empresas: 44%
5º. Imprensa Escrita: 41%
6º. Governo Federal: 41%
7º. Judiciário: 33%
8º. Polícia: 33%
9º. Congresso Nacional: 20%
10º. Partidos Políticos: 8%
Fonte: ICJBrasil (FGV)
sábado, 13 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Eleições 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
O que é o casamento? Cômico se não fosse trágico
Em algum lugar do Brasil, em algum tempo no futuro, um escriturário está cumprindo o seu expediente no balcão de um Cartório de Registro Civil: