sexta-feira, 21 de junho de 2013

Acende-se na escuridão do caos a lanterna da esperança!

Caros amigos

Tenho falado, seguidamente, que só o caos nos livrará dessa onda socialista que assola a América Latina, desde a criação do Foro de São Paulo. Assim tem sido ao longo da história, a contar de 1917, quando a "revolução" implantou o comunismo na Rússia. Lá, a fome, a miséria e a escravidão chegaram logo, mas o caos só atingiu a todos, de forma insustentável, setenta anos após.

Os socialistas chegam enganando quase todo mundo e conquistam o poder, normalmente, de forma revolucionária, pela força das armas e da ilusão de uma massa de excluídos, e, eventualmente, pelo voto, principalmente, desse mesmo grupo de eleitores e de alguns oportunistas que se julgam espertos.

Eles têm conseguido este intento em países onde a classe política não representa nada além de seus próprios interesses, tendo a demagogia e a corrupção como instrumentos de convencimento e de trabalho, respectivamente, já que a retórica socialista soa aos ouvidos dos explorados como tábuas de salvação, quando, na realidade, são as grades da escravidão física e mental de toda a Nação! 

Para chegarem ao poder, eles estimulam a inveja e fomentam a luta de classes, culpando, particularmente, a classe média pela miséria que assola a massa, quando, de fato, ela representa o que todos deveriam almejar. Iludem os excluídos com a falácia do "estado provedor", o que, em última análise, não passa de estímulo à inépcia, à inação, à estagnação, à falta de brios e à vagabundagem travestida de desambição.

Subrepticiamente, seus líderes fazem crer aos desavisados que a propriedade privada, ou a palavra "meu", deve ser excluída das mentes e do vocabulário das pessoas, quando na realidade o que querem implementar é a máxima do "o que é meu é meu, mas o que é teu e deles é nosso"

Em todos os lugares onde isto foi implantado, enquanto durou, gerou miséria, estagnação, morte e escravidão e perdurou até que o caos se instalasse de forma irremediável.

Nós, apesar de tudo, estamos com sorte, pois o caos está a ser estabelecido antes que o sistema seja definitivamente implantado, o que nos assegura, em prazo relativamente curto, uma mudança de atitude da "massa", haja vista a impossibilidade de o governo assegurar a manutenção da compra de votos pelo "estômago". Os sintomas e indícios do caos estão aí, à disposição de quem quiser ver, afinal, o "socialismo dura enquanto durar o dinheiro dos outros" e este, parece, já dá mostras de que é finito e de que eles foram com muita sede ao pote, prematuramente!

Em rápido passeio pela situação geral, pode-se constatar que a política continua entregue aos corruPTos e a seus projetos mirabolantes, falsos e superfaturados, tendo como consequências a valorização da fraude e da delinquência e o enriquecimento ilícito da nomenclatura. A luta de classes se evidencia na colocação dos interesses das minorias acima do mérito e do direito da maioria, tudo com o objetivo de fomentar ódios e deturpar os valores consagrados da moral e da ética. 

A agricultura, apesar da logística catastrófica e do esforço do MST e da FUNAI para levar o nível da produção de volta ao tempo colonial, é o único setor a sustentar o que nos resta e a incrementar, de alguma forma, o setor industrial. Um certo desespero já pode ser percebido nas hostes governamentais, pois, em Belo Monte e em terras do Mato Grosso do Sul, falsos, pacíficos, importados e indolentes índios transformaram-se em pintados e agressivos guerreiros, dispostos a impor-se ao direito e ao interesse nacional.

A insegurança pública é completa, assaltos, assassinatos, atentados, furtos, roubos, invasões de terras produtivas, incêndios de pessoas e de bens públicos e privados são alguns dos delitos que diariamente ensanguentam as páginas dos noticiários, fazendo com que os índices de mortos e feridos ultrapassem os das guerras mais sanguinárias da atualidade e do passado.

A miséria tem diminuído, mas por decreto! 70 Reais tiram uma família da pobreza absoluta e transformam em remediados quaisquer pedintes dos engarrafamentos ou dos sinais de trânsito. 

Para desacelerar o processo caótico, a arrecadação, que sustenta as esmolas para a massa, terá que ser reduzida junto com o fim do estímulo ao consumo e com o aumento dos juros, pondo em risco as calças jeans das adolescentes e a poupança dos vendedores de votos, conhecidos como “bolsistas”.

Resumindo, as condições objetivas para levar a massa ignorante a apoiar o golpe socialista estão indo, prematuramente, por águas abaixo, acendendo na escuridão do caos a lanterna da esperança. Livraremo-nos deles, mesmo antes de vê-los tirar a máscara da hipocrisia!

Deus é grande, e, seguramente, brasileiro e não há de querer este mal para a sua gente!

Forte e esperançoso abraço,

PChagas